27 de out de 2010

[RESENHA] Beijada Por Um Anjo (Elizabeth Chandler)

Hoje venho com a resenha mais prazerosa que já escrevi. Quem curtir, aguardem que em breve terá promoção desse livro no blog! Fiquem ligados!


Beijada por um Anjo (Elizabeth Chandler)

Beijada por um Anjo, ou simplesmente “Beijada” para os mais íntimos é a prova de que o tema dos anjos sempre esteve no mundo pop literário, mas que somente agora ganhou um maior espaço nas prateleiras das livrarias. O primeiro volume da trilogia de Elizabeth Chandler (pseudônimo da autora Mary Claire Helldorfer) foi escrito em 1995. O livro basicamente pareceu um grande prólogo no qual acabou muito bem desenvolvido e virou livro. E isso não foi um problema, pelo contrário, conhecemos melhor os personagens e nos identificamos antes que a verdadeira história tenha reviravoltas emocionantes. Nele conhecemos Ivy Lyons, uma garota sensível e com medo de água, devota de estátuas de anjos que passa a conhecer Tristan Carruthers, atleta do clube de natação, devido à pressão de suas amigas Suzanne, a descolada e Beth, aspirante a escritora de romances. No desenrolar da história, nota-se que há uma inversão de valores: Tristan faz de tudo para ser notado por Ivy, ao contrário de vários outros romances em que a garota é que se sente deslocada e sonha em estar ao lado do amado. Chandler ousou ao descrever um garoto, que desejado por muitas, se encontra frustrado por não ser desejado por aquela a quem ele escolheu para si. Esse é um dos trunfos da obra.
O tema dos anjos não aparece muito como eu esperava, mas ao final da leitura toda a falta de literatura fantástica valeu à pena. O livro termina logo quando estamos pensando nas várias possibilidades de desfecho. Muitas perguntas vêm a sua cabeça e você fica num desespero tamanho na situação em que o livro termina. E esse desespero de resume na espera pelos próximos livros, A Força do Amor  e Almas Gêmeas que serão lançados no dia 30 de outubro e novembro. Gostei da brincadeira, Elizabeth Chandler. Você me tirou o chocolate da boca quando o doce mal se apossava do meu paladar. Quero mais! E que venha o desfecho!
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